18 ANOS SEM FREDDIE MERCURY
Novembro de 1991.
Silêncio.
Um mito emudeceu.
A multidão emudeceu.
Freddie era da Tanzânia, no continente africano.
Filho de indianos. Inglês por destino. Do mundo por sua arte.
Designer gráfico de formação. Músico por essência.

(famoso símbolo desenvolvido por Freddie para a banda)
Morreu aos 45. Do primeiro tempo. Cedo demais.
Não sabia dirigir. Mas soube, como poucos, guiar os olhos das multidões.
Um front-man digno do front.
Era apaixonado por gatos, ópera, champagne e por Mary Austin, a tal “Love of My Life”.
Deixou saudade.
Da voz, da arte, da inquietude, da atitude.
Visceral. Fenomenal. Atemporal.
Deixou um legado a novos e velhos ídolos do rock. Da música em geral. Por gerações.
Aqui uma sensacional e inusitada homenagem ao Queen e ao seu líder.
26/11/2009 às 10:22
Boa, legal mesmo, parabéns!
Abração
13/01/2010 às 10:14
Valeu!!!